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Eletroconvulsoterapia (ECT)

Um tratamento médico eficaz e seguro para determinadas condições psiquiátricas

Paciente Sorridente em Sala Clínica.png

01

O que é a
ECT?

Entenda como funciona e sua

utilização na psiquiatria.

A eletroconvulsoterapia (ECT) é um tratamento médico eficaz, indicado para determinadas condições psiquiátricas, especialmente quando outros tratamentos não foram suficientes.

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É realizada de forma segura, com anestesia geral breve e monitorização contínua, por uma equipe especializada.

02

A realidade não é
como nos filmes.

Conheça a ECT moderna e desfaça os mitos.

Durante muitos anos, a ECT foi retratada de maneira negativa em filmes e novelas, criando medo e preconceito.

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A ECT moderna é muito diferente daquela apresentada nas telas.

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Atualmente, o procedimento é realizado sob anestesia geral breve, com relaxamento muscular e monitorização contínua, por uma equipe de profissionais capacitados.

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O paciente não sente dor durante o procedimento, pois está anestesiado.

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A ECT não é uma punição. É um tratamento médico.

03

Quando a ECT é
indicada?

Principais indicações e benefícios.

A ECT pode ser indicada para depressão grave, transtorno bipolar, esquizofrenia, catatonia e outras condições psiquiátricas, especialmente quando há risco para a vida, sintomas graves, quando outros tratamentos não foram eficazes ou quando o paciente apresenta intolerância aos medicamentos.

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A ECT também pode ser indicada durante a gestação, com avaliação individualizada e cuidados específicos para a gestante e o bebê. A indicação é sempre feita após avaliação médica criteriosa, considerando cada caso.

04

Crianças e adolescentes
podem fazer?

Sim! Com indicação

médica.

Sim, embora seja mais utilizada em adultos, também pode ser indicada para crianças e adolescentes em situações clínicas específicas, como quadros graves de catatonia, depressão grave e determinadas condições psicóticas. Nessa faixa etária, a indicação exige avaliação especializada e criteriosa, considerando gravidade, tratamentos anteriores, benefícios e possíveis riscos.

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Em situações excepcionais, a ECT também pode ser considerada em pacientes com TEA que apresentam comportamentos autoagressivos graves, persistentes e perigosos, especialmente quando associados à catatonia ou quando outras intervenções não funcionaram. Não podendo ser considerada um tratamento para o autismo em si, pois as evidências ainda são limitadas.

05

Como é
realizada a
ECT?

Anestesia, monitorização e cuidados durante o procedimento.

O procedimento é realizado em ambiente ambulatorial - ECT para pacientes, com anestesia geral breve, relaxamento muscular e monitorização contínua dos sinais vitais.

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O estímulo elétrico é aplicado por poucos segundos, de forma controlada.

 

O paciente permanece em observação por um período após a sessão e, em geral, pode retornar para casa no mesmo dia, conforme orientação médica.

06

Segurança e
dúvidas
frequentes

Respostas para as

principais perguntas.

A ECT é segura? Sim, quando bem indicada e feita por equipe especializada, com anestesia e monitorização.

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Causa dor? Não durante o procedimento, porque o paciente está anestesiado; pode haver dor de cabeça ou desconforto muscular passageiro nas primeiras sessões.

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Pode afetar a memória? Sim, podem ocorrer alterações, que são temporárias, especialmente de fatos próximos ao tratamento.

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Quantas sessões são necessárias? Varia conforme diagnóstico, gravidade, resposta e será definida pelo médico.

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Precisa internar? Não, será realizada em ambiente ambulatorial, em condições estruturadas para o procedimento.

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Pode ir para casa depois? Sim, após período breve em observação, somente com acompanhante seguindo as orientações.

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ECT substitui medicamentos? Nem sempre; pode ser associada e o médico assistente continua acompanhando.

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O acompanhante pode estar presente durante as sessões? Sim!

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